quinta-feira, 26 de novembro de 2009


É tão disfícil assim entender o que eu sinto?

Ora, você sabe muito bem o que aconteceu, o que passamos...

E agora parece que eu que sou a egoísta psicótica e possessiva da história.

Coloque-se no meu lugar pelo menos um pouquinho, e ouça os alertas que sempre te fiz. Junte tudo que talvez você entenda.

Droga.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Dia diferente


Hoje foi um dia diferente... pelo menos até as 16:00. Fui ao cinema com um amigo que não via a anos. Assistimos Lua Nova. O filme começava as 13:00, tem 2:10h de duração, dando tempo de chagar à segunda aula. Estaria tudo certo, já que não teria a primeira.

Porém, ele chegou às 13:00, sendo que havíamos marcado de chegar as 12:45. Tinha que revalidar o ingreço comprado pela internet, mas a fila estava simplesmente gigantesca. Ficamos um dez minutos esperando. Deu problema no sistema e estava tudo parado. Foi quando resolvemos pedir ajuda a mulher que estava tentando organizar aquela bagunça. Como estava toda enrolada, ainda levou uns 5 minutos para ela ajudar-nos. Entramos na sessão e o filme já havia começado. Mas, graças a Deus, deu "pau" e o filme recomeçou (isso depois de mais 5 minutos). Enfim, cheguei na faculdade 16:15, e minha aula era as 15:35. Mas não perdi grande coisa.

O resto do dia foi normal, apesar de ter ficado chateada com uns detalhes irrelevantes.
Mas saír com esse amigo deu o que falar com minhas amigas da facul. O problema é que namoramos quando ainda éramos pré-adolescentes. Faziam seis anos que não nos falávamos e, um dia, liguei pra ele (eu e uma amiga conversávamos sobre ex e eu disse que ainda conversava com um. Só que nem me toquei que já se passou tanto tempo desde a última conversa). Mesmo não tendo nada a ver, mulher gosta de uma intriga, de uma fofoca... Mas não tenho nada a esconder. Foi legal, deu tudo certo, meu namorado estava ciente e até apoiou que eu fosse ( e não, ele não é "froxo", dona F).

O único ruim é que conversamos mais do que assistimos ao filme, e nos implicamos o tempo todo também (hehehe). Porém devo assistir de novo com essas mesmas amigas da facul.

Ah, hoje também foi niver de uma delas, A.P.. Fizeram-lhe uma cesta de bombons. Como eu não sabia, não levei nada. Mas vou ver se dou alguma coisa de Natal e fim de curso para elas todas.

E Sr. meu ex, sei que você não vai resistir e vai ler meu blog. Hehehehe. CURIOSO!!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Cansaço


Nossa, Relatório de Estágio é canseira. Se fosse só isso, tudo bem, mas tem vários outros trabalhos além deste. O pior, é ter que fazer trabalho em grupo e ser a única a fazer as coisas. As vezes, a M ajuda, mas formatação e essas coisas fica por minha conta. Credo, detesto trabalho em grupo. Se todos se esforçassem e se empenhasse, tudo bem mas a realidade é bem diferente.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Dia ruim


Hoje não foi um bom dia...

Estou doente desde ontem e ainda fui super mal educada com um amigo meu.

Estava aborrecida com a professora por ela ficar interrompendo o trabalho e, quando ele fez um comentário, interessante, até, eu "tirei" ele. A turma ficou indignada com minha grosseria, e uma enjoada falou: "noooossa, mas que falta de etiqueta...", e eu respondi super seca: "falta de etiqueta é interromper o andamento do trabalho". Desse comentário não me arrependo não, porque quem fala o que não deve, ouve o que não quer. A veiota, de quase trinta anos, como toda pessoa imatura, está "de mal" de mim, e não falou mais comigo. Mas para ela eu não estou nem aí, já a linguinha afiada dela é tão grande quanto a minha, e ela também já foi bem grossa com esse amigo meu.

Mandei-lhe um de sinceras pedido desculpas.

É... a vida continua...

Espero estar melhor amanhã...

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Solidariedade


Esses dias, fiquei tão feliz ao ver que ainda existe bondade, principalmente em lugar onde muitos pensam não existir mais a educação e a ética: o ônibus.

Estava sentada em um banco próximo à janela e havia um lugar vazio ao meu lado. Entrou um pai, com uma criança no colo e uma de mais ou menos 4 anos ao seu lado. Ele se sentou no banco vago e a menina mais velha ficou de pé, no corredor. Cedi meu assento para que a criança pudesse ficar confortavel e em segurança ao lado do pai. Mas não é isso que queria dizer.

Fui para o lugar reservado a cadeira de rodas, e um rapaz estava sentado no lugar reservado ao acompanhante do portador de necessidades especiais (livre a todos na ausência deste). Este ofereceu-se para carragar meus livros, mas regeitei, afinal , não estavam tão pesados assim, e ele estava lendo, não quis incomodar.

Foi quando uma mãe subiu no ônibus, com duas garotinhas. Uma de uns 3 anos, e outra um pouco mais velha, portadora de sindrome de down. Vamos chamálas de A e B, sucessivamente. A mãe passou B por cima da catraca, e passaria com A no colo. Falou para B: "Segure-se", mas a menina não o fez com muita firmeza, então uma senhora que estava sentada segurou carinhosamente, porém firme, o braço da menina e a mãe pode tranquilizar-se e entrar com segurança. E sentou-se, com as duas meninas confortavelmente.

Quando eu havia arrumado um outro lugar para mim, estava alheia em meus pensamentos, quando percebi uma gritaria: "Peraí, motorista!". Olhei e então percebi o que se passava. A mãe das meninas A e B estava desembarcando e, com a limitação de seus braços, juntamente com a muvuca que é habitual em tal transporte coletivo, e decera apenas com A no colo, e B ainda estava ali, em pé perto da porta, sem saber o que fazer, mas sempre sorrindo, com seus olhinhos inocentes brilhando. Então todos os passageiros que estavam próximos, inclusive a senhora de antes, levantaram-se, avisaram o motorista e entregaram a criança a mãe, uma pessoa de cada lado, segurando em seus bracinhos.

Isso me comoveu, porque, há pouco, estávamos discutindo, na aula de Etiqueta, que em tais transportes não há um pingo de civilidade, e não foi isso que vivenciei. Essa união em prol do necessitado, a piedade e a solidariedade que se afloram quando menos esperamos... E isso realmente é raro.







segunda-feira, 2 de novembro de 2009


Escutando a trilha sonora do filme Crepúsculoe me despedindo da minha irmã que vai viajar... Mas ela volta na sexta, então será por pouco tempo.

Estou no segundo volume de As Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley. Muito bom, apesar de algumas partes inapropriadas. Já havia assistido o filma quando adolescente, e há algum tempo resolvi ler o livro, que sempre esteve a meu alcanse, já que é um dos vários de minha mãe. Bem, como se eu não tivesse mais nada para ler. Além desse estou lendo mais uns cinco. Mas, como minha prima, o livro vai ficando meio chato, ou então não é uma história, como um de auto ajuda que estou lendo, e acabo começando a ler outro. E fico com muitos acumulados. Inclusive, queria começar mais uma da Agatha Christie, mas prometi a mim mesma que primeiro, terminaria todos os que já comecei. Está sendo difícil de conseguir, mas bem mais tranquilo do que pensei que seria, já que As Brumas de Avalon está tão emocionante que, no momento, só tenho olhos para ele. Literalmente.

Até havia pego na biblioteca da facul um de Edgar Allan Poe, escritor que só conheço pela fama, mas queria ler algo seu para conhecer e poder opinar, mas não tive tempo para lê-lo. Mas tudo bem, devolverei em seu prazo e depois alugo de novo.

Nessa última quinta, participei de um ensaio fotográfico. Na verdade, de vinte, só foi uma "modelo": eu... Era para ter sido de toda a minha turma da facul, mas todos boicotaram... Foi bom, principalmente porque conhecias as fotógrafas. Ganhei um CD das fotos e vou ganhar também um pequeno Book com as fotos, tudo por conta. Primeira vez que a facul dá alguma coisa para os alunos, e eles ainda desprezam... Bom, melhor para mim. O tempo, as fotógrafas, a maquiadora... tudo a minha disposição... Foi realmente uma experiência ótima, apesar da minha timidez com as câmeras... Mas, a essa altura, eu já deveria ter me acostumado. Até um vídeo de gastronomia já gravei para os meninos de fotografia do noturno...

Bom, infelizmente já é tarde e não sei se poderei ler mais... mas, como todas as noites anteriores creio que acabarei cedendo ao pensamento que já está se tornandp banal: "ah, só uma capitolozinho..." Que acaba se tornando em dois, três, o que resulta em ir dormir as quatro da manhã... Pelo menos agora posso acordar tarde.